Katawa Shoujo: deficiências, superação e amor

Imagem do press release do jogo, com as 6 garotas

Olá amigos. Antes de mais nada devo ser sincero a vocês e dizer-lhes que não sou a pessoa mais indicada a falar sobre visual novels. Já joguei várias das séries mais famosas disponíveis em inglês, mas não tenho um amplo conhecimento do assunto. Mesmo assim, não pude deixar de comentar dessa visual novel que atraiu um hype que a obra merecia: Katawa Shoujo

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Resenha: Kamisama Dolls

Imagem da abertura do anime, onde é exibido o logo da série

Sempre bom poder voltar  a ativa! Depois de um fim de ano bem corrido no mundo real, vamos lá para mais uma resenha! :)

Kamisama Dolls estreou na temporada de Julho de 2011 e embora não fosse nenhuma “aposta” da temporada, acabou por chamar uma certa atenção por aqui. Expectativas a parte, a obra possuía um character design atreaente, uma abertura bacana e uma animação condizente com o padrão atual da indústria, mas acabou se mostrando um fracasso de vendas no Japão, mesmo conseguindo alguns fãs no ocidente.

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A fantasia e a coesão em si mesma

cena com vários estereótipos de personagens de fantasia medieval

Uma coisa que vocês vão notar no blog é que geralmente os artigos vão surgir de algum fato ou comentário que eu vejo ou presencio. Nesse caso e questão, eu me lembro que eu tinha uma namorada que não conseguia ler obras de fantasia. Pelas próprias palavras dela: “Não consigo entender essas histórias, elas não fazem sentido!“.

Fiquei curioso com essa declaração dela, mas sua lógica tinha fundamento. Uma história medieval clássica com elementos de magia era algo realmente estranho de se pensar levando como base o mundo em que vivemos, então tentei explicar para ela que sim, que algo fantasioso em uma história poderia fazer muito sentido.

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O Mainstrean, o Cult e o Pseudo

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Após um período sem conseguir assistir a quase nenhum anime, comecei a maratonar Mawaru Penguindrum de forma a acompanhar o (merecido) hype que a série estava gerando no twitter. Estava acompanhando os comentários da série, até que vejo falarem:

“Mawaru será o anime da década, ou o pseudo da década. Provavelmente o segundo.”

Acho que foi o Otakismo quem proferiu essa frase, não lembro. Só sei que depois dela, sempre se comentam sobre Mawaru ser “pseudo”, e eu ficava cada vez mais incomodado com o termo… Afinal, que diabos de pseudo era aquele?

Pergunta feita, pergunta respondida. Estavam falando que Mawaru Penguindrum era “pseudo-cult”. Começei a acompanhar o debate e fiquei pensando nesses termos, o que me levou a escrever esse artigo.

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Resenha: Dog Days

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Como, como primeira resenha do blog, achei conveniente não pegar nada que pudesse ser polêmico, ou mega famoso ou mesmo uma masterpiece. Resolvi pegar algo mais tranquilo, até ir pegando o ritmo da coisa. O anime escolhido para estes requisitos foi Dog Days. Não é nenhuma pérola e provavelmente será pouco lembrado daqui a alguns anos, mas cumpriu bem o seu papel de entretenimento quando foi exibido. Continue reading →

O famigerado post de estréia

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(imagem por shigureteki)

Olá a todos! Meu nome é Leonardo e este é o AniMag.

Num resumo rápido de quem sou, moro nessa adorável selva de pedra que é São Paulo, tenho 26 anos e gosto de coisas otaku/nerd/afins desde que me conheço por gente. :P

Sou programador e trabalho especificamente com blogs WordPress, embora nunca tenha tido um. Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.

Eis que então estou aqui criando o meu primeiro blog pessoal no qual tenho intenções de mantê-lo. Aqui pretendo basicamente colocar resenhas de animes que assisti e gostei (ou não!). Posso também colocar notícias, curiosidades e demais assuntos que envolvem esse mundinho otaku, mas isso vai depender do conhecimento que for adquirindo no caminho.

Começo este blog como todos os outros fazem: Sem pretenção, buscando apenas compartilhar aquilo que gosto (mas sempre de olho naquela chance de conquistar o mundo. Vai que acontece, né?).

Junto a isso, o blog inevitavelmente vai acabar virando um “playground” pra tudo aquilo que eu resolver criar de diferente no blog. Afinal, sou melhor com a “exata” ciência dos códigos do que com a “lírica” ciência das palavras. Não tenho ao certo um caminho definido para o que está por vir, mas convido a todos a acompanhar a jornada

:)